Flávia Freitas, psicóloga, trabalhando ao computador

Os riscos psicossociais precisam fazer parte do gerenciamento de riscos ocupacionais.

Flávia Freitas apoia empresas na identificação, avaliação e gestão dos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, com diagnóstico, plano de ação e integração ao processo já existente de GRO e PGR.

Atendimento a empresas de diferentes portes e regiões. Escopo definido conforme atividade, estrutura e necessidades da organização.

Desde 26 de maio de 2026, a NR-01 inclui expressamente os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no GRO.

Na prática, as organizações abrangidas precisam considerar esses fatores no processo de identificação de perigos, avaliação e classificação dos riscos, definição de medidas de prevenção e acompanhamento dos controles.

Essas informações devem conversar com o inventário de riscos e o plano de ação do PGR. Não se trata de cumprir uma etapa isolada, aplicar uma pesquisa genérica ou realizar uma palestra pontual. A gestão precisa fazer parte da rotina de Segurança e Saúde no Trabalho.

O foco está nas condições de trabalho, não em investigar a vida pessoal de cada funcionário.

Fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho surgem de problemas na concepção, na organização ou na gestão das atividades. Eles podem contribuir para agravos à saúde psicológica, física e social dos trabalhadores.

Sobrecarga e excesso de demandas

Volume, intensidade ou prazos incompatíveis com as condições disponíveis.

Baixo controle sobre o trabalho

Pouca autonomia para organizar tarefas ou tomar decisões compatíveis com a função.

Papéis pouco claros

Responsabilidades, prioridades e critérios de desempenho confusos ou contraditórios.

Falta de apoio

Ausência de suporte da liderança, da equipe ou da estrutura organizacional.

Assédio e violência

Condutas abusivas, humilhações, intimidações, discriminação ou outras formas de violência no trabalho.

Ociosidade ou subutilização

Períodos prolongados sem atividade, falta de sentido ou uso muito abaixo da capacidade profissional.

Mudanças mal conduzidas

Reestruturações, metas, cortes ou alterações de função sem comunicação e suporte adequados.

Desequilíbrio entre esforço e reconhecimento

Cobrança elevada sem recursos, retorno, previsibilidade ou reconhecimento compatíveis.

O que a empresa precisa organizar

Identificar perigos

Reconhecer situações da organização do trabalho que podem gerar lesões ou agravos à saúde.

Ouvir os trabalhadores

Consultar a percepção das pessoas expostas, com método, comunicação adequada e participação das instâncias internas aplicáveis.

Avaliar e classificar riscos

Analisar probabilidade, severidade, grupos expostos, controles existentes e necessidade de novas medidas.

Registrar as informações

Consolidar os resultados no inventário de riscos e articulá-los com a documentação de GRO e PGR.

Definir medidas de prevenção

Estruturar um plano de ação com prioridades, responsáveis, prazos e formas de acompanhamento.

Acompanhar e revisar

Verificar se as medidas foram implementadas, avaliar sua efetividade e revisar o processo quando necessário.

O diagnóstico precisa refletir o trabalho real da empresa.

O processo é definido conforme o porte, a atividade, a estrutura, os setores e as informações que a empresa já possui. A atuação é articulada com RH, lideranças e profissionais responsáveis por Segurança e Saúde no Trabalho.

01

Entendimento da organização

Reunião inicial para conhecer atividades, unidades, estrutura, documentos existentes, grupos de trabalhadores e demandas prioritárias.

02

Definição do método

Escolha das formas de coleta e análise compatíveis com a realidade da empresa e com as exigências aplicáveis da NR-01 e da NR-17.

03

Levantamento de informações

Consulta a documentos, lideranças e trabalhadores, preservando finalidade, confidencialidade e qualidade dos dados.

04

Diagnóstico e avaliação

Identificação dos fatores relacionados ao trabalho, grupos expostos, controles existentes e riscos que precisam de tratamento.

05

Plano de ação

Recomendações organizadas por prioridade, com responsáveis, prazos, indicadores e medidas de acompanhamento.

06

Integração e acompanhamento

Apoio técnico para que os resultados sejam incorporados ao processo da empresa e para acompanhar a efetividade das medidas adotadas.

Possíveis entregas

Diagnóstico organizacional

Síntese dos fatores identificados e das situações de trabalho analisadas.

Mapeamento de grupos expostos

Organização das informações por atividade, setor, unidade ou grupo, conforme o escopo.

Avaliação e classificação

Critérios utilizados, controles existentes e prioridades de tratamento.

Plano de ação

Medidas preventivas, responsáveis, prazos, indicadores e formas de acompanhamento.

Relatório executivo

Leitura gerencial para direção, RH, SST e lideranças.

Orientação às lideranças

Encontros ou treinamentos sobre práticas de gestão relacionadas aos fatores encontrados.

Apoio à integração ao PGR

Informações estruturadas para articulação com o inventário de riscos e o plano de ação da organização.

Acompanhamento

Reuniões e revisões para observar implementação e efetividade das medidas.

Boa parte dos fatores psicossociais aparece na forma como o trabalho é organizado e conduzido todos os dias.

Metas, divisão de tarefas, autonomia, comunicação, reconhecimento, gestão de conflitos e resposta a situações de assédio passam diretamente pelas lideranças. Por isso, um plano de ação consistente pode exigir mudanças de processo e desenvolvimento de gestores, não apenas ações individuais com os trabalhadores.

Professora da UNICAMP desde 2012, Flávia atua em quatro cursos de liderança voltados ao desenvolvimento de líderes em diferentes contextos. Essa experiência contribui para transformar o diagnóstico em orientações que façam sentido para a rotina da gestão.

Para quem é o serviço

Empresários e diretores
Quando é necessário estruturar uma resposta organizacional e definir responsabilidades.
Recursos Humanos e Pessoas
Quando a empresa precisa organizar dados, participação dos trabalhadores, ações e indicadores.
SESMT e profissionais de SST
Quando é preciso incorporar fatores psicossociais ao processo de GRO e PGR.
Lideranças
Quando os riscos identificados envolvem práticas de gestão, comunicação, metas, suporte ou organização do trabalho.
Contabilidades e consultorias parceiras
Quando existe demanda de clientes e necessidade de apoio específico na dimensão psicossocial.

Perguntas frequentes

Toda empresa precisa realizar exatamente o mesmo processo?

Não. O escopo depende do enquadramento legal, das atividades, do porte, dos riscos existentes e das exceções aplicáveis. A primeira etapa é compreender a realidade da organização e o que já existe no GRO e no PGR.

A empresa precisa fazer um novo cadastro todos os meses?

Não existe uma obrigação geral de novo cadastro mensal. O gerenciamento é contínuo, o plano de ação deve ser acompanhado e a avaliação precisa ser revista nas situações previstas pela norma e sempre que mudanças relevantes exigirem.

Aplicar um questionário é suficiente?

Não necessariamente. Uma ferramenta pode contribuir para a coleta de informações, mas o processo precisa considerar atividades, organização do trabalho, grupos expostos, controles existentes, avaliação dos riscos e medidas de prevenção.

A avaliação serve para diagnosticar a saúde mental dos funcionários?

Não. Para fins de GRO, o foco são os fatores de risco relacionados ao trabalho. O objetivo é avaliar as condições e a organização do trabalho, não investigar a vida pessoal ou produzir diagnóstico clínico individual.

Uma palestra sobre saúde mental atende à NR-01?

Uma palestra pode integrar um plano mais amplo, mas não substitui identificação, avaliação, registro, prevenção e acompanhamento dos riscos.

A consultoria substitui o responsável pelo PGR ou o SESMT?

Não. A atuação deve ser integrada às responsabilidades e aos profissionais da organização. O papel da consultoria é apoiar tecnicamente a dimensão psicossocial do processo.

É possível realizar o trabalho de forma online?

Parte das etapas pode ser conduzida online. A necessidade de atividades presenciais depende do porte, da distribuição das unidades, do método e do escopo definido.

Antes de escolher uma ferramenta, é preciso entender o trabalho que será avaliado.

Envie algumas informações sobre a sua empresa. A partir delas, será possível organizar uma conversa inicial e compreender o escopo necessário para a gestão dos fatores de riscos psicossociais. Ao enviar, a mensagem é aberta no WhatsApp já preenchida. Você revisa antes de enviar.

Conte um pouco sobre a sua empresa

As informações abaixo ajudam a preparar uma conversa inicial mais objetiva sobre o escopo da organização.

As informações são usadas apenas para preparar o retorno sobre o escopo do trabalho.

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