Sobrecarga e excesso de demandas
Volume, intensidade ou prazos incompatíveis com as condições disponíveis.
Flávia Freitas apoia empresas na identificação, avaliação e gestão dos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, com diagnóstico, plano de ação e integração ao processo já existente de GRO e PGR.
Atendimento a empresas de diferentes portes e regiões. Escopo definido conforme atividade, estrutura e necessidades da organização.
Na prática, as organizações abrangidas precisam considerar esses fatores no processo de identificação de perigos, avaliação e classificação dos riscos, definição de medidas de prevenção e acompanhamento dos controles.
Essas informações devem conversar com o inventário de riscos e o plano de ação do PGR. Não se trata de cumprir uma etapa isolada, aplicar uma pesquisa genérica ou realizar uma palestra pontual. A gestão precisa fazer parte da rotina de Segurança e Saúde no Trabalho.
Fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho surgem de problemas na concepção, na organização ou na gestão das atividades. Eles podem contribuir para agravos à saúde psicológica, física e social dos trabalhadores.
Volume, intensidade ou prazos incompatíveis com as condições disponíveis.
Pouca autonomia para organizar tarefas ou tomar decisões compatíveis com a função.
Responsabilidades, prioridades e critérios de desempenho confusos ou contraditórios.
Ausência de suporte da liderança, da equipe ou da estrutura organizacional.
Condutas abusivas, humilhações, intimidações, discriminação ou outras formas de violência no trabalho.
Períodos prolongados sem atividade, falta de sentido ou uso muito abaixo da capacidade profissional.
Reestruturações, metas, cortes ou alterações de função sem comunicação e suporte adequados.
Cobrança elevada sem recursos, retorno, previsibilidade ou reconhecimento compatíveis.
Reconhecer situações da organização do trabalho que podem gerar lesões ou agravos à saúde.
Consultar a percepção das pessoas expostas, com método, comunicação adequada e participação das instâncias internas aplicáveis.
Analisar probabilidade, severidade, grupos expostos, controles existentes e necessidade de novas medidas.
Consolidar os resultados no inventário de riscos e articulá-los com a documentação de GRO e PGR.
Estruturar um plano de ação com prioridades, responsáveis, prazos e formas de acompanhamento.
Verificar se as medidas foram implementadas, avaliar sua efetividade e revisar o processo quando necessário.
O processo é definido conforme o porte, a atividade, a estrutura, os setores e as informações que a empresa já possui. A atuação é articulada com RH, lideranças e profissionais responsáveis por Segurança e Saúde no Trabalho.
01
Reunião inicial para conhecer atividades, unidades, estrutura, documentos existentes, grupos de trabalhadores e demandas prioritárias.
02
Escolha das formas de coleta e análise compatíveis com a realidade da empresa e com as exigências aplicáveis da NR-01 e da NR-17.
03
Consulta a documentos, lideranças e trabalhadores, preservando finalidade, confidencialidade e qualidade dos dados.
04
Identificação dos fatores relacionados ao trabalho, grupos expostos, controles existentes e riscos que precisam de tratamento.
05
Recomendações organizadas por prioridade, com responsáveis, prazos, indicadores e medidas de acompanhamento.
06
Apoio técnico para que os resultados sejam incorporados ao processo da empresa e para acompanhar a efetividade das medidas adotadas.
Síntese dos fatores identificados e das situações de trabalho analisadas.
Organização das informações por atividade, setor, unidade ou grupo, conforme o escopo.
Critérios utilizados, controles existentes e prioridades de tratamento.
Medidas preventivas, responsáveis, prazos, indicadores e formas de acompanhamento.
Leitura gerencial para direção, RH, SST e lideranças.
Encontros ou treinamentos sobre práticas de gestão relacionadas aos fatores encontrados.
Informações estruturadas para articulação com o inventário de riscos e o plano de ação da organização.
Reuniões e revisões para observar implementação e efetividade das medidas.
Metas, divisão de tarefas, autonomia, comunicação, reconhecimento, gestão de conflitos e resposta a situações de assédio passam diretamente pelas lideranças. Por isso, um plano de ação consistente pode exigir mudanças de processo e desenvolvimento de gestores, não apenas ações individuais com os trabalhadores.
Professora da UNICAMP desde 2012, Flávia atua em quatro cursos de liderança voltados ao desenvolvimento de líderes em diferentes contextos. Essa experiência contribui para transformar o diagnóstico em orientações que façam sentido para a rotina da gestão.
Não. O escopo depende do enquadramento legal, das atividades, do porte, dos riscos existentes e das exceções aplicáveis. A primeira etapa é compreender a realidade da organização e o que já existe no GRO e no PGR.
Não existe uma obrigação geral de novo cadastro mensal. O gerenciamento é contínuo, o plano de ação deve ser acompanhado e a avaliação precisa ser revista nas situações previstas pela norma e sempre que mudanças relevantes exigirem.
Não necessariamente. Uma ferramenta pode contribuir para a coleta de informações, mas o processo precisa considerar atividades, organização do trabalho, grupos expostos, controles existentes, avaliação dos riscos e medidas de prevenção.
Não. Para fins de GRO, o foco são os fatores de risco relacionados ao trabalho. O objetivo é avaliar as condições e a organização do trabalho, não investigar a vida pessoal ou produzir diagnóstico clínico individual.
Uma palestra pode integrar um plano mais amplo, mas não substitui identificação, avaliação, registro, prevenção e acompanhamento dos riscos.
Não. A atuação deve ser integrada às responsabilidades e aos profissionais da organização. O papel da consultoria é apoiar tecnicamente a dimensão psicossocial do processo.
Parte das etapas pode ser conduzida online. A necessidade de atividades presenciais depende do porte, da distribuição das unidades, do método e do escopo definido.
Envie algumas informações sobre a sua empresa. A partir delas, será possível organizar uma conversa inicial e compreender o escopo necessário para a gestão dos fatores de riscos psicossociais. Ao enviar, a mensagem é aberta no WhatsApp já preenchida. Você revisa antes de enviar.
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